O combate à dengue no Rio Grande do Sul ganhará um reforço de R$ 1 milhão, liberado pela Secretaria Estadual de Saúde para os 54 municípios com registro de infestação do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. Os recursos serão destinados às prefeituras, que poderão utilizá-los para a contratação e capacitação de novos agentes visitadores ou demais gastos em ações de combate às larvas e aos mosquitos, de acordo com o Programa Nacional de Controle da Dengue.
A divisão do montante levará em conta a população das cidades e suas demandas. Os repasses estão previstos para acontecerem na próxima semana, após análise e aprovação da Comissão Intergestores Bipartite, composta por dirigentes da SES e representantes das secretarias municipais de saúde. Os municípios que fazem parte da lista apresentaram em algum momento, nos últimos doze meses, focos do mosquito. Somente após um ano livre de larvas do Aedes aegypti a cidade é retirada do quadro.
O Exército também se colocou à disposição para apoiar o trabalho contra a dengue no Estado. O papel da SES será intermediar os contatos entre o Comando Militar do Sul e as prefeituras, que solicitarão a presença de militares de acordo com as necessidades locais. Os soldados que participarão das ações são lotados em quartéis do Exército espalhados pelo Interior do Estado, próximos aos municípios onde atuarão.
O combate à dengue no Rio Grande do Sul ganhará um reforço de R$ 1 milhão, liberado pela Secretaria Estadual de Saúde para os 54 municípios com registro de infestação do mosquito transmissor da doença, o Aedes aegypti. Os recursos serão destinados às prefeituras, que poderão utilizá-los para a contratação e capacitação de novos agentes visitadores ou demais gastos em ações de combate às larvas e aos mosquitos, de acordo com o Programa Nacional de Controle da Dengue.
A divisão do montante levará em conta a população das cidades e suas demandas. Os repasses estão previstos para acontecerem na próxima semana, após análise e aprovação da Comissão Intergestores Bipartite, composta por dirigentes da SES e representantes das secretarias municipais de saúde. Os municípios que fazem parte da lista apresentaram em algum momento, nos últimos doze meses, focos do mosquito. Somente após um ano livre de larvas do Aedes aegypti a cidade é retirada do quadro.
O Exército também se colocou à disposição para apoiar o trabalho contra a dengue no Estado. O papel da SES será intermediar os contatos entre o Comando Militar do Sul e as prefeituras, que solicitarão a presença de militares de acordo com as necessidades locais. Os soldados que participarão das ações são lotados em quartéis do Exército espalhados pelo Interior do Estado, próximos aos municípios onde atuarão.